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quarta-feira, 23 de maio de 2012

Dia do Índio

Apresentação de dança e música indigena realizada pelas professoras Rita de Cassia N. Ribeiro e Professora Josandra Rupf junto dos alunos do 1º ano matutino da Escola Pedro Venturim.

Dançaram e cantaram músicas indigenas da Tribo Guarani.














sábado, 19 de novembro de 2011

Cinema | Educação e violência doméstica no filme "Preciosa", de Lee Daniels



Em outras ocasiões, informamos que ir ao cinema nem sempre se trata de mero divertimento: é preciso ter senso crítico para avaliar o que se está assistindo, com certo distanciamento, rindo nos momentos certos e refletindo igualmente. Preciosa, produção recente que vem ganhando o público e a crítica desde 2009, é um desses casos. Apesar de toda aura de filme de arte, Preciosa, que é um dos favoritos ao Oscar 2010, é um filme belíssimo, que nos permite discutir algumas questões contemporâneas como educação e violência doméstica.
Por Leonardo Campos*



"Preciosa": dois cartazes oficiais. O filme é um dos favoritos na corrida ao Oscar 2010
  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foi pensando nisso que elaboramos este especial. Lee Daniels, diretor, acertou nas escolhas de forma geral: elenco, trilha sonora, tempo de duração. Abordaremos este especial da seguinte maneira. Primeiramente, faremos um apanhado do filme, comentando o enredo e algumas questões técnicas fundamentais para a compreensão do mesmo. Logo depois, faremos um recorte no que tange os dois temas desta abordagem: educação e violência doméstica. Por fim, como já de costumes em nossos especiais, selecionaremos cinco grandes momentos do filme, através de frases metonímicas.

Graças aos prêmios arrebatados nos Festivais de Sundance, Cannes e Toronto, Preciosaestá ganhando o reconhecimento necessário. É um filme sobre uma determinada cultura e modo de vida, que pode não conseguir ganhar outros públicos, portanto, já está inserido na linha do cânone cinematográfico hollywoodiano (também), devido ao apoio recebido de ícones da cultura da Mídia, como a apresentadora Oprah Winfrey e os cantores Lenny Kravitz e Mariah Carey, que também participaram do filme. 

PRECIOSA: RETRATOS DE UMA SOBREVIVÊNCIA TRÁGICA

Precious indo à escola: rotina sofrida diariamente.
O filme começa em Harlem, no ano de 1987. A história é narrada pela personagem principal, que em alguns intervalos, insere seu ponto de vista nas situações apresentadas. A protagonista citada é a adolescente afro-americana Clareece "Precious" Jones (Gabourey Sidibe), que vive (ou sobrevive?) com sua familia desajustada; engravidada duas vezes pelo pai e em uma relação destrutiva com a sua mãe (Mo'Nique). Precious é muito fechada pra os outros mas aberta a reflexões, e daí, temos alguns dos momentos mais bonitos do filme. Toda reflexão de Precious se transforma em poesia: ás vezes ela relata ser apaixonada pelo professor, não gosta (e não consegue) ler e adora matemática (ela diz que nem sabe o motivo). 

A mãe de Precious é vivida pela atriz Mo'nique, de forma demonizadora.
Ao longo da primeira parte do filme, Precious é intimidada pela diretora da escola a abandonar o local, devido à sua segunda gravidez aos 16 anos de idade: Precious recebe então o convite para entrar em uma escola alternativa, onde ela tem esperança de poder mudar a direção de sua vida, e nisso, começam os confrontos com a sua mãe, construída de forma demonizadora pela atriz Mo’nique. 

O uso de cores intensas e a forma que são inseridos em determinados locais do filme se tornam poesias adaptadas para o plano cinematográfico. Nesse processo, o diretor faz uso intenso de planos fechados, numa espécie de linguagem documental.

O filme ganhou está ganhando o público e a crítica de forma gradativa, 
principalmente pelo apoio de ícones da cultura da mídia, como a 
apresentadora Oprah Winfrey e os cantores Lenny Kravitz e Mariah 
Carey.
Filmado em apenas cinco semanas, e com um orçamento, digamos, ínfimo para a realidade da indústria cinematográfica hollywoodiana, Preciosaainda aborda, de forma ligeira, o processo de escrita como forma de expurgar suas dores e ressentimentos: na sala de aula, a adolescente Precious e suas colegas usam as experiências diárias (e passadas) para abordagem dos seus respectivos panoramas de vida.

Elenco nos bastidores do filme: o diretor no centro da foto, entre 
as mulheres da trama.
Preciosa parece um imenso videoclipe. 

Narrado de forma poética (como já dito) e com interferências poderosas do roteiro (na cena em que a mãe conversa com ela através de uma foto), o filme nos permite assisti-lo de forma confortável, devido a estes maneirismos da sétima arte, mesmo que estejamos diante de uma história amarga e intensamente sofrida. 

Ao adentrar na sala de aula da nova instituição, Precious insere-se numa redoma de luz. A cena é fascinante. Uma nova chance? 

PRECIOSA E SEUS PERSONAGENS COADJUVANTES

Lenny Kravitz (John): vive o enfermeiro que cuida de Precious durante o seu segundo parto. John simpatiza com a garota e vez ou outra surge para ajudá-la com algo, seja uma quantia em dinheiro, ou até mesmo palavras de afeto. 

 

 

  

Mariah Carey (Mrs. Weiss): surpreendemente bem no papel da assistente social, Mrs Weiss surge ao meio do filme. É com a personagem que Precious vai conversar sobre a violência sofrida em casa (surras, exploração e humilhação por parte da mãe; estupros, dois bebês e o vírus HIV contraído do pai), a garota ainda tem de encarar o preconceito dos colegas com sua aparência e um bloqueio em assimilar as lições passadas na escola. 

 


Paula Patton (Ms. Rain): a professora alega que adora ensinar, mas que seu talento mesmo é ser cantora. MS. Rain personifica a professora dedicada e que faz de tudo para colaborar com a sofrida trajetória de Precious. Seu papel lembra muito as excelentes personagens dos filmes Escritores da Liberdade (Erin Gruwell, por Hilary Swank)e Mentes Perigosas (Louanne Johnson, por Michelle Pfeiffer). 

 


PRECIOSA E A PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO

O enredo de Preciosa é muito próximo aos filmes Mentes 
Perigosas (1ª imagem) e Escritores da Liberdade 
(2ª imagem), temas de próximos artigos no Passeiweb
Só através da cultura e da educação a pessoa sente-se inserida na sociedade. Essa máxima, utilizada a exaustão em outros filmes do mesmo segmento, como Escritores da LiberdadeMentes Perigosas e O Triunfo (e muitos outros que não citaremos aqui por questões ligadas a recorte) é o sangue que corre nas veias do filme Preciosa

Depois que a adolescente mantém contato com Mrs Rain, sua professora, é que ela vai começar a ampliar a sua visão de mundo. Acesso à leituras, bate papo com as colegas em sala de aula (colaborando com a ampliação do conhecimento de mundo) e a relação de afeto com a sua professora fazem de Precious uma pessoa esperançosa. Se recortado na perspectiva da educação, pode-se utilizar Precious para analisar a situação da educação não só numa perspectiva brasileira: Preciosa ganha status universal. Uma pérola do cinema nacional recente é O Contador de histórias, dirigido por Luiz Villaça. Nele, temos a trajetória de Roberto Carlos Ramos, que aos 6 anos de idade é deixado em uma entidade assistencial por sua mãe, que tem a esperança de estar lhe proporcionando melhores condições de vida. Aos 13, porém, Roberto continua analfabeto, tem mais de 100 fugas e várias infrações no currículo e é considerado "irrecuperável". Mas o encontro com uma pedagoga mudará para sempre sua vida. 

Cartaz do filme "O Contador de Histórias", de Luiz Villaça: produção 
nacional próxima ao tema, mostrando de forma igualmente lúdica 
como algumas pessoas conseguem sobreviver a violência e ausência 
de educação. O filme também aponta também para o fato de 
algumas personagens (constantes ou peremptórias) nos ajudarem 
nas escolhas adequadas para a vida.
Em Preciosa, numa de suas viagens de pensamento, temos a inserção do discurso de Marthin Luther KingI have a dream, nome popular dado ao histórico discurso público feito pelo ativista político estadunidense, no qual falava da necessidade de união e coexistência harmoniosa entre negros e brancos no futuro. O discurso, realizado no dia 28 de agosto de 1963 nos degraus do Lincoln Memorial em Washington, D.C. como parte da Marcha de Washington por Empregos e Liberdade, foi um momento decisivo na história do Movimento Americano pelos Direitos Civis. Feito em frente a uma platéia de mais de duzentas mil pessoas que apoiavam a causa, o discurso é considerado um dos maiores na história e foi eleito o melhor discurso estadunidense do século XX numa pesquisa feita no ano de 1999. De acordo com o congressista John Lewis, que também fez um discurso naquele mesmo dia como o presidente do Comitê Estudantil da Não-Violência, "o Dr. King tinha o poder, a habilidade e a capacidade de transformar aqueles degraus no Lincoln Memorial em um púlpito moderno. Falando do jeito que fez, ele conseguiu educar, inspirar e informar [não apenas] as pessoas que ali estavam, mas também pessoas em todo os EUA e outras gerações que nem sequer haviam nascido. Marthin Luther King Jr foi um pastor protestante e ativista político estadunidense. Membro da Igreja Batista, tornou-se um dos mais importantes líderes do ativismo pelos direitos civis (para negros e mulheres, principalmente) nos Estados Unidos e no mundo, através de uma campanha de não-violência e de amor para com o próximo. Se tornou a pessoa mais jovem a receber o Prêmio Nobel da Paz em 1964, pouco antes de seu assassinato. Seu discurso mais famoso e lembrado é "Eu Tenho Um Sonho". 

PRECIOSA E A PERSPECTIVA DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

É possível discutir o filme relacionando com a Lei Maria da Penha, que ganhou os jornais e revistas durante 2009. A lei alterou o Código Penal brasileiro e possibilitou que agressores de mulheres no âmbito doméstico ou familiar sejam presos em flagrante ou tenham sua prisão preventiva decretada, estes agressores também não poderão mais ser punidos com penas alternativas, a legislação também aumenta o tempo máximo de detenção previsto de um para três anos, a nova lei ainda prevê medidas que vão desde a saída do agressor do domicílio e a proibição de sua aproximação da mulher agredida e filhos.

A farmacêutica Maria da Penha, que dá 
nome à lei contra a violência doméstica.
Devido aos estupros, Precious engravida duas vezes: a avó ajuda na criação da sua primeira filha, que se chama Mongo. A criança é doente mental, por isso foi apelidada dessa forma. De acordo com pesquisas acerca de movimentos feministas, é impossível discutir a violência doméstica sem discutir os papéis de gênero, e se eles têm ou não têm impacto nessa violência. Algumas vezes a discussão de gênero pode encobrir qualquer outro tópico, em razão do grau de emoção que lhe é inerente. 

Quando as mulheres passaram a reclamar por seus direitos, maior atenção passou a ser dada com relação à violência doméstica, e hoje o movimento feminista tem como uma de suas principais metas a luta para eliminar esse tipo de violência. O primeiro abrigo para mulheres violentadas foi fundado por Erin Pizzey (1939), nas proximidades de Londres, Inglaterra. Isso aconteceu na década de 1960. Pizzey fez certas críticas a linhas do movimento feminista, afirmando que a violência doméstica nada tinha a ver com o patriarcado, sendo praticada contra vítimas vulneráveis independentemente do sexo.

O FILME EM 7 MOMENTOS 

“Eu gostaria de ter um namorado com pele clara e cabelos fabulosos...eu queria ser capa de revista”. 
Trecho da narração de Precious em que percebemos a imposição da cultura da mídia na vida social em todo o mundo, o sonho de ser uma celebridade, até mesmos aqueles que não possuem talento.
“Precious... pare de bater as coisas na cozinha. Você quer falar algo, diga... agora coma o pé de porco, e logo...” 
Cena forte em que a mãe obriga Precious a comer um enorme pé de porco, mesmo a garota sem fome. O tratamento é pior possível durante toda a trama.
“Tenho pena dela, é só uma professora, não uma assistente social” 
Uma das reflexões de Precious, sobre como a professora ultrapassa a linha das possibilidades, ajudando os alunos da escola especial de outras formas.
“Você sabe soletrar imigrante ilegal?”
Outra cena marcante em que as garotas discutem em sala de aula, colocando em pauta questões contemporâneas ligadas aos imigrantes ilegais nos Estados Unidos, tema chave de outros tantos bons filmes, como Crash- No Limite e Território Restrito.
“A mãe diz que os homossexuais são pessoas ruins... mas não são eles que me estupram, não são eles que me maltratam...”
Precious reflete sobre a opinião de sua mãe em relação aos homossexuais, já que descobri que sua professora vive um relacionamento discreto com uma mulher.
“Seu pai morreu. Ele tinha o vírus da AIDS.”
Um dos momentos mais emocionantes do filme, próximo ao final, quando Mary, sua mãe, informa-lhe que seu pai morreu há alguns dias, e que tinha o vírus da AIDS. Estuprada pelo pai de várias formas, infelizmente Precious descobre que também é portadora do vírus.
“Semana passada, Sr. Raimi me pediu que escrevesse como eu queria ser: eu disse, cabelos longos, pele clara e magra.”
Mais uma cena marcante sobre as reflexões de Precious, garota que foge dos padrões ditados pela cultura da mídia contemporânea, buscando sentir-se inserida de alguma forma.

Preciosa é um filme excepcional e deve ser visto e analisado criticamente, caro vestibulando. Em próxima oportunidade, faremos um especial sobre o filme O Contador de Histórias, de Luiz Villaça, analisando situações similares numa ótica especificamente nacional. Bons estudos. 

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Pai, mãe, prepare seu filho para se destacar na sociedade



      Bons relacionamentos de amizade iniciam-se ainda na infância. Muitos deles perduram por toda a vida. Por isso é importante uma integração harmoniosa dos filhos com os amiguinhos para que dessa convivência frutifique relações que poderão, além de desenvolvê-los como pessoas, ser úteis na fase adulta nas suas inter-relações. 

      Organizar-se em equipe
    
     A partir do momento que a criança desperta para as amizades, desperta-lhe também a necessidade de organizar-se em equipe. Ela passa a conviver de forma participativa, a dividir seus brinquedos com os outros, e, dentro do seu pequeno mundo, aprende a obedecer decisões, aceitar regras e respeitar limites.
     O pai, acompanhando esse primeiro contato, deve orientá-lo que seus brinquedos são ‘comunitários’, como os dos demais, e que as discordâncias serão postas de lado em prol da homogeneidade da equipe. O entendimento deve ser amplo, e as dúvidas resolvidas harmoniosamente.
     Assim, crescendo nesse ambiente, e extrapolada essa experiência para o mundo adulto, o país ganha um cidadão com conceito de equipe, dinâmico, organizado. E o seu relacionamento, em qualquer empresa, será eficaz e altamente produtivo!

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     Orientações

     Quantos erros todos nós cometemos ao longo da vida, recebemos orientações, nos corrigimos e fomos perdoados por nossos pais?
     Se, hoje, vemos aqueles erros se repetirem com nossos filhos, talvez em época e forma diferente, temos que buscar entender as razões, e igualmente perdoá-los e orientá-los para não mais errarem.
     Ser pai é ser juiz, confessionário, mestre. Juiz que julga com eqüidade e pune com peso justo; alguém que está sempre pronto a ouvir, ponderar e propor novas e melhores opções; mestre, que avalia o erro e orienta a correção.
     A presença paterna na vida do filho é como o farol na praia iluminando o mar e mostrando as águas seguras ao navegante.
     Ser pai é ter a palavra que orienta, cobra, castiga e perdoa. Sempre!

     Inácio Dantas
     Do livro ® “Pai, o que dizer para o seu filho?

domingo, 10 de abril de 2011

AULA DO PROERD

edição 2011 do Projeto Educacional de Resistência às Drogas e a Violência (PROERD)  já começou.

Durante seis meses, crianças do 5° ano do ensino fundamental participarão de um curso ministrado por policias. A proposta é despertar nos alunos ações de cidadania, visando principalmente à prevenção ao uso de drogas e também a violência.


O projeto busca desenvolver nos alunos habilidades para identificação de tipos de entorpecentes como forma de evitar o uso, bem como busca desenvolver a auto-estima dos alunos, afastando-os de problemáticas sociais marcantes no atual cotidiano da população. 



As atividades são extracurriculares e terão uma carga horária de uma hora-aula semanal. 

As lições que os alunos irão aprender serão as seguintes: 


1ª Lição: Introdução ao Programa
2º Lição: Compreendendo os efeitos das drogas que alteram o funcionamento do corpo e da mente
3º Lição: Considerando as consequências
4º Lição: Mudando idéias sobre o uso de drogas
5º Lição: Maneiras de dizer não
6º Lição: Formando a auto estima
7º Lição: Ser seguro - um estilo de resposta
8º Lição: Lidando com as tensões sem usar drogas
9º Lição: Reduzindo a violência
10º Lição: Combatendo a influência dos meios de comunicação na violência e no uso de drogas
11º Lição: Tomando decisões e assumindo riscos
12º Lição: Dizendo sim para as alternativas positivas
13º Lição: Exemplos positivos
14º Lição: Resistindo a violência e as pressões das gangues
15º Lição: Resumindo as lições
16º Lição: Aprendendo a Canção Proerd e o Hino Nacional - Treinamento para a formatura
17º Lição: Formatura do aluno Proerd










SOMOS TODOS IGUAIS NA DIFERENÇA - PRODUÇÃO DE TEXTO

Os alunos produziram cartazes com a ajuda do professor, onde fizeram legenda das imagens recolhidas, tiveram acesso aos videos do Blog, onde puderam conhecer o cotidiano de alguns portadores da sindrome de down.
Os debates na sala de aula fomentados pelo professor oportunizaram a quebra de muitos preconceitos.
no final produziram pequenos textos com o tema gerador: SOMOS TODOS IGUAIS NA DIFERENÇA, que ao final foram digitados na sala de informática.
A turma adorou o trabalho e me senti realizada com o resultado, pois vejo nas crianças uma mudança de comportamento frente as crianças especiais da escola.

















Textos produzidos pelos alunos:


Somos todos iguais

Para mim somos todos iguais tenho um colega que não falar, não anda tem algumas deficiências.

Vamos considerar uns aos outros e ter muitos amigos. Eu tenho  o prazer de ter muitos amigos não importa como eles são .

            Assim para mim ninguém e diferente todos somos iguais. Eu não olho para pessoas com preconceito.

            Fico chateada com as pessoas que tem preconceito.
          Vamos ajudar a amar uns aos outros


Ludmila Santos Alves


                                                                                                                                                                                                                                                                                                             
      
Somos todos iguais na diferença J
  
   Somos todos iguais na diferença, não importa      se a outra pessoa é especial, mais ela e igual a todos.
   Por isso não podemos ser preconceituosos com as pessoas especiais.
   Essas pessoas especiais você deve tratar e amar elas como você ama os outros. também deve brincar com uma pessoa especial como você brinca com seus outros colegas.
   Eu não sou preconceituoso com uma pessoa especial, eu tenho um amigo que tem síndrome de Down e não tenho vergonha de ser amigo dele e não gosto muito de pessoas preconceituosas .
    Nós somos todos iguais, isso é o que importa

Caio Henrique J

Somos todos iguais na diferença

Muitas pessoas tem Síndrome de Down. Eu conheço várias pessoas com  Síndrome de Down. O preconceito atinge várias pessoas com Down, por exemplo: mongol, sonso, idiota, etc.
Eu sinto pena de pessoas que são xingadas por várias pessoas. E não é só isso, quando a pessoa usa óculos ou é de outra raça eles começam a xingar: neguinho, branquelo, quatro olhos, etc.
Vamos pensar: E se fosse você? Você gostaria de ser xingado por esse monte de apelidos?
Então pare de ser preconceituoso com as pessoas.
Vamos lutar para que não haja no mundo nenhum tipo de preconceito. E se você ver uma pessoa com Down sendo xingada, avise aos pais deles ou se não, denuncie!
VAMOS COLABORAR!

 Autor: Gabriel Alves Pereira


                       SOMOS TODOS IGUAIS NA DIFERENÇA

         TODOS OS SERER HUMANOS SÃO IGUAIS SÓ QUE ALGUMAS PESSOAS NASCEM COM SINDROME DE DOWN.
         VOCÊ NÃO PODE JULGAR UMA PESSOA COM ESSA DIFICULDADE PORQUE ELE FAZ AS MESMAS COISAS QUE NÓS FAZEMOS,SÓ QUE COM ALGUMAS DIFICULDADES.
          ANTES SE ALGUMA PESSOA NASCESSE COM SINDROME ELES MATAVAM OU INTERRAVÃO VIVOS E HOJE ISSO É PROIBIDO POR LEI SE ALGUEM MATAR ALGUMA PESSOA VAI PRESO.
           EU TAMBÉM GOSTO DAS PESSOAS COM SINDROME DDE DOWN E EU NÃO TENHO PRECONCEITO PORQUE ELES SÃO SERES HUMANOS COMO EU.
           VOCÊ DEVE CONCIDERAR UMA PESSOA ESPECIAL IGUAL A VOCÊ.

                                    §§§§§§§
              §§ GUILHERME SILVA JARSKE §§
                                   §§§§§§§§
  OS TEXTOS ESTÃO NO DIÁRIO DE BORDO